Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Onde está Wally?

Todo mundo lembra do Wally, não lembra? Onde está Wally então?



E nessa?



E aqui?




[red]www.sitedefotos.com.br[/red]


[red]www.sitedefotos.com.br[/red]


Você gosta de fotos? Veja mais em:
Imagens belas, autoria desconhecida
Festival de fotos
Montagem de fotos

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O teu gato subiu no telhado...

Teu gato subiu no telhado...Uuui! Gelei! "Que papo é esse? Quem é que morreu? O que aconteceu? Foram meus filhos? Meu marido? Faaaala!". Foi o que eu consegui cuspir para fora, junto com a coca-cola que tomava, diante daquela pessoa que me olhava estranho.
- É que...o...o...
Foi o que conseguiu dizer a tal nefasta criatura. Gaguejava e não dizia mais que isso. Eu insisti, fiz pressão, sacudi, e a pessoa continuava:
- É que...o...ã...
De vez em quando variava. No lugar do segundo o, dizia simplesmente "ã".  Naqueles segundos de sofrimento, tentava decodificar "ã", mas não conseguia! Será que era algum tipo de código? "Acho que faltei essa aula enquanto estava na faculdade. Deve ser algum tipo de código de decifrar a psicologia felina, alguma coisa que agora me faz falta", pensei. O suor escorria em meu rosto e eu ali, pasma, de boca aberta, olhando para a mulher. De vez em quando a sacudia, histérica: "faaaala, faaala, se não te esgano mulher!". E nada. Só os mesmos "o...ã".
Saí correndo! Não sabia nem para onde ia, mas larguei a bolsa ali mesmo e quase ganhei o recorde dos 100 metros rasos, de tão rápido que corri. Cheguei logo  no táxi e a mulher veio junto, esbaforida atrás de mim. Muuuito atrás de mim, diga-se de passagem, porque não é a toa que pago a academia de ginástica, né meu bem! Já botava a perna para dentro do taxi quando a "preciosa criatura" me segurou.
- Não adianta mais correr, onde você vai?
"Como assim não adianta mais correr?", pensei. E continuei: "ih, desengasgou, falou alguma coisa! Coisa que não me agradou! Ai, ai, ai, ai, ai, ai,ai, ai, ai ,ai, muita calma nessa hora", falei com meus botões, se é que os meus falam, porque, como você já entendeu, falo tanto que não deixo os mesmos se manifestarem! Olhei para ela e estanquei. O choro veio em seguida. Os soluços também. O desespero também. Quanto mais chorava, mais gente parava a meu redor. Alguém me ofereceu um lenço, outro já queria me levar em casa...Em meio aos gritos e soluços, a pessoa que me acompanhava dizia:
- Não faz assim, tudo vai se resolver, para de chorar...
E eu não conseguia parar de chorar. Achava que tinha ficado viúva! Ou que algo muito grave tinha acontecido com as crianças. Talvez um desabamento na escola? De repente, não mais que de repente, toca o telefone:
-Mãe, o pai tá perguntando se pode dar pastel para as gurias....Ah, eu posso dormir na vó? Já falei com ela e ela disse que sim. Deixa mãe, deixa...
Era meu filho. Perguntando se o pai poderia fazer qualquer coisa com minhas filhas. Então estavam todos bem! O gato do telhado não era eles...Mistério...Não aguentei. Joguei minha bolsa no chão, que a essas horas já estava em minhas mãos (você se lembra que lá atrás na história saí correndo e a deixei para trás, não lembra? ), peguei a criatura pelo braço e gritei:
- Ô filhote do capeta, que gato é esse?
- É o teu porquinho da índia! Morreu...
- Porquinho? Mas não era gato? Disse, espantada. E continuei:
-E eu não tenho porquinho da índia!
A mulher soltou-se, olhou-me nos olhos com ar de espanto e disse:
- Você não é a Cláudia do Dindo?
Aí minha raiva subiu:
- Não põe meu dindo nisso! Em seguida lembrei que não tenho dindo...A coisa tava muito estranha...A senhora olhou-me mais profundamente:
- Você não é a Cláudia do Dindo?
Pronto, engasgou de novo, imaginei.
- Olha, eu sou a Cláudia "de mim mesma". Prazer!
A dona empertigou-se, sorriu amarelo e saiu de fininho. Fiquei ali, com a cara inchada, apatetada, lenço na mão. O lenço devolvi, de cabeça baixa. Umas cento e cinquenta pessoas, mais ou menos, saíram de igual forma...
Rsrrsrsr. Se non è vero...
Leia outras histórias em:

sábado, 3 de outubro de 2009

Crianças especiais e a equinoterapia



Estava lendo sobre a equinoterapia, ou equoterapia como alguns preferem chamar.  Me esforcei para não chorar...Crianças com problemas motores, paralisia cerebral, autismo, síndrome de down, se beneficiam (e muito!) através do contato com o cavalo. Os músculos utilizados ao cavalgar mexem-se de maneira diferente da habitual. As crianças hipotônicas, por exemplo, passam a ter sensações que nunca haviam experimentado. Em razão da necessidade de dominar o cavalo e ao mesmo tempo confiarem nele,  força-se um relacionamento que muitos pacientes (como autistas, por exemplo) não conseguem estabelecer em suas vidas diárias. O contato com o animal fornece sensações táteis, térmicas (o calor que emana do corpo do cavalo), olfativas importantes. Mente e corpo são colocados diante de situações novas, que exigem respostas novas também. O trabalho parece simples, mas é muito complexo!
Achei interessante, uma alternativa de atividade terapêutica que as mães de crianças especiais podem oferecer a seus filhos.
Veja mais em La Espirituana. Esse centro é em Cuba, mas há vários outros pelo mundo.

Gostou do que leu? Continue comigo no Diz aí! Leia:
Bullying: agressão dentro e fora da escola
Isabela Nardoni
Me ampare quando eu precisar

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Festival de Fotos

Recebi de um amigo e achei bem bacana. As fotos ganharam o Concurso Anual de Copenhague. Gostaria de dar os créditos aos autores das mesmas, porém não tenho essa informação. Se alguém souber informar, por favor, avise! Olhem só:











segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Dilúvio!

São Paulo é a terra da garoa...Porto Alegre do dilúvio. Quando Deus prometeu que nunca mais iria mandar outro dilúvio sobre a face da Terra, deve ter cruzado os dedos quando pensou em Porto Alegre! Aliás, falando em dilúvio, bichinhos, essas coisas, Noé podia ter economizado tempo: no lugar de catar um casal de cada espécie animal, podia ter pego só as fêmeas e o José Mayer...O cara pega todas! Brincadeirinha....

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Feras radicais!












Visitem o zoológico de Gramado. As crianças adoram! O lugar é limpo e conta com uma equipe treinada para atender o público. Todos conhecem muito bem os animais e sempre tem alguém por perto para responder perguntas. Contaram que todos os animais que lá estão são apreendidos do tráfico de animais, e muitos chegam em condições precaríssimas! O carinho e o cuidado dos tratadores os recupera. Tivemos o privilégio de vivenciar uma revoada de araras, pertinho de nossas cabeças, ao toque de nossas mãos. Espetáculo!